Educação

Chamada aberta até o dia 28/02 de 2022

Temática/tema: Práticas para uma educação antirracista

Organizadores:

Wesley Henrique Alves da Rocha  (Bacharel em Psicologia - UFMT; Mestre e Doutorando em Estudos de Linguagem - UFMT)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/2042954175386639

Giselly Beatriz da Silva Marcelino  (Pedagoga -UFMT; Especializanda em Artes na educação: dança, música e teatro - Faculdade Fleming)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/3285872259934678

resumo:

“Quem não tem amigo mas tem um livro tem uma estrada”; “É preciso romper com a história oficial. Se o professor estiver atento, vai perceber uma falha na narrativa histórica que lhe foi contada”. Com as falas de duas grandes expoentes da literatura negra brasileira, Carolina Maria de Jesus e Conceição Evaristo, respectivamente, lançamos o convite para refletirmos acerca das práticas educacionais, visando a construção de uma educação antirracista. Considerando que a educação antirracista “é aquela que entende que vivemos em uma sociedade racista, em que as relações entre as pessoas são pautadas também a partir do lugar social e racial que elas ocupam, e se preocupa em preparar indivíduos que possam se colocar contra esse sistema, gerador de maior desigualdade”(SANTOS, 2020, apud MADUREIRA, 2020) e situando a nossa proposta a partir de uma perspectiva transdisciplinar, a presente coletânea prevê o acolhimento de trabalhos críticos que reflitam sobre os olhares e as práticas educacionais que contribuem para a construção de um sistema educacional que seja, de fato, antirracista. Assim, os trabalhos devem oportunizar pensarmos n(a) educação enquanto lugar de mudança social, tornando-se um campo fértil para as análises e discussões acerca da educação para a população negra na sociedade brasileira hoje. Dessa forma, serão aceitos textos com diversas abordagens: ensaios, resultados de pesquisa concluída, relatórios de pesquisa em andamento, relatos de experiência e revisões da literatura.

Palavras-chave: Educação. Antirracismo. Decolonialidade.

Público: Pesquisadores das diversas áreas do conhecimento que estudam a temática.

Referências:

MADUREIRA, Daniele. O que é Educação antirracista?. Nova Escola, 26 out. 2020. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/19855/o-que-e-educacao-antirracista. Acesso em: 09 set. 2021.

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

Os trabalhos deverão ser enviados para o e-mail bordogrena@editorabordogrena.com contendo no campo "assunto" o tema para o qual o estudo será submetido.

Consulte as normas de publicação.

Chamada aberta até o dia 31/03 de 2022

Temática/tema: Epistemologias e estéticas de terreiros: Possíveis abordagens para educação e arte

Organizadores:

Prof. Doutor Anderson Almeida (UFRGS)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/9288777054839304

Profa. Doutoranda Daniela Beny (UFBA)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/6577658882479446

resumo:

O presente livro visa receber artigos de pesquisadores que discutam dentro do espectro das Epistemologias do Sul (Santos, 2018) abordagens da relação de ensino-aprendizagem focado na transmissão de saberes através das práticas pedagógicas de terreiros de religiões de matrizes afro-ameríndias (Ligiéro, 2011) e afro-brasileiras (Bastide, 2011). Aqui pretendemos compartilhar com os leitores artigos que compreendem a produção de conhecimento pautada em práticas pedagógicas e estéticas (Conduru, 2013) que ultrapassam os muros do ensino formal – da educação básica ou no nível superior – dando assim espaço para outros processos de compartilhamento de conhecimento de comunidades tradicionais.
Palavras-chave: Epistemologias do sul; Estética de terreiro; Pedagogias de terreiros.

Referências:

BASTIDE, Roger. Ensaio de uma estética afro-brasileira. In: Impressões do Brasil. São Paulo: Impressa Oficial do Estado de São Paulo, 2011.
CONDURU, Rodrigo. Pérolas negras primeiros fios. Rio de Janeiro, EDUERJ, 2013.
DE SOUSA SANTOS, Boaventura Construindo as Epistemologias do Sul: Antologia esencial: Volume II: Para um pensamento alternativo de alternativas. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: CLACSO,  2018.
JÚNIOR, Will. PEREIRA, Linconly Jesus Alencar. Encruzilhadas da educação: as epistemologias de terreiros em práticas pedagógicas contracoloniais nos caminhos de implementação da lei 10.639/03 In: Dossiê religiões de matrizes africanas: educação, políticas públicas e laicidade/N’UMBUNTU EM REVISTA – Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa)/ Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab-CE). v. 3, n. 6, jul./dez. Fortaleza: Imprece, 2020.
LIGIÉRO, Zeca. Corpo a Corpo: Estudos das Performances Brasileiras. Rio de Janeiro: Garamond, 2011.

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

Os trabalhos deverão ser enviados para o e-mail bordogrena@editorabordogrena.com contendo no campo "assunto" o tema para o qual o estudo será submetido.

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Chamada aberta até o dia 30/04 de 2022

Temática/tema: Estudos Linguísticos e Literários da Língua Brasileira de Sinais

Organizadoras:

Ms. Jéssica Rabelo Nascimento (UFMS)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/8687999827716708

Ms. Taís Turaça Arantes (UFRJ)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/1629769830872862

resumo:

A Língua Brasileira de Sinais - Libras – obteve seu reconhecimento com os estudos de Stokoe (1960), provando que se tratava de uma língua natural assim como as línguas orais, de acordo com Quadros e Karnopp (2004), as línguas de sinais possuem níveis linguísticos fonológico, morfológico, sintático, semântico e pragmático. Sendo uma língua capaz de expressar pensamentos e emoções, considerando todas essas características, este livro, intitulado “Estudos Linguísticos e Literários da Língua Brasileira de Sinais”, busca textos que tenham a temática relacionada ao Estudos Linguísticos sobre a Libras e Literatura Surda nos seus diversos aspectos.

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

Os trabalhos deverão ser enviados para o e-mail bordogrena@editorabordogrena.com contendo no campo "assunto" o tema para o qual o estudo será submetido.

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Chamada aberta até o dia  30/04 de 2022

Temática/tema: Narrativas Docentes: memórias, tessituras e ressignificação do ser professor

Organizadores:

Me. Alexandra Nascimento de Andrade (UEA)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/5280044643424044

Me. Argicely Leda de Azevedo Vilaça (SEMED)

Lattes: http://lattes.cnpq.br/5245997490411484

Me. Felipe da Costa Negrão (UFAM)

Lattes: http://lattes.cnpq.br/8567946572619249

Resumo:

Se por um lado o exercício de autorreflexão produz desconforto e incertezas, também nos acresce da possibilidade de aprender consigo mesmo, revivendo e tecendo inferências sobre as próprias experiências. Na escrita de si é necessário assumir a responsabilidade em ser ator-autor da própria história, ciente de que o trajeto trilhado será contado e ressignificado por meio de uma narrativa coesa e repleta de sentidos que nos convidam a pensar sobre si. Ser ator-autor na perspectiva do trabalho autobiográfico sugere a ação de reconstituição do que é significativo para revelar e compreender o que nos tornamos a respeito de competências, habilidades, intenções, objetivos, projetos de vida e valores que temos sobre si e sobre os outros (JOSSO, 2010). A escrita autobiográfica é uma atividade formadora que nasce no questionamento sobre si e nas relações que desenvolvemos em nosso meio social. O objetivo do ebook é oportunizar discussões e reflexões acerca das narrativas docentes nas esferas da Educação Básica à Superior, evidenciando seus desafios, crenças, saberes, problemáticas e conquistas. Serão aceitos trabalhos com abordagem da pesquisa narrativa, em especial, a adoção das técnicas da narrativa (auto)biográfica (biografias, autobiografias, cartas, diários, história de vida, história oral, memoriais de formação). Espera-se que esse ebook receba trabalhos vinculados aos cursos de Licenciatura, além de pesquisas oriundas dos Programas de Pós-Graduação que discutam a pesquisa narrativa enquanto objeto de autoformação.

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

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Chamada aberta até o dia 31/05 de 2022

Temática/tema: Música na sala de aula: entre saberes e práticas educativas

Organizadora:

Marcila de Almeida  (Professora de História, mestre pelo Programa de Pós-Graduação Formação de Professor, Universidade Estadual da Paraíba - UEPB)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/5463599941075456

resumo:

A música é a arte que mais está presente no cotidiano das pessoas, para muitas, até antes mesmo do nascimento, com canções que as mães e pais cantam para seus bebês ainda no ventre. Estendendo-se e aprofundado tal contato na Educação Infantil, onde gerencia a maior parte da rotina e atividades desempenhadas nessa modalidade de ensino, para desenvolvimento físico, cognitivo e social. Porém, com a transição para fundamental, principalmente, nos anos finais deste, o seu uso pedagógico é quase inexistente. Ela possibilita não apenas o movimento do corpo, mas, sobretudo, de ideias, abarca todos os recônditos da vida, propagadora de sociabilidades e sensibilidades, ressignifica os meios e modos de ser, estar, informar e se informar, comunicar e se comunicar com o mundo e sujeitos. Desse modo, não se limita à esfera do lazer e diversão, pelo contrário, a música educa, constrói conhecimento. Possui função pedagógica notória ao passo que possibilita a reflexão, dinamicidade e colaboração dos discentes no espaço escolar, através da análise, interpretação e discussão. É um recurso instigante, simples, acessível que diminui, um pouco, a escassez e precariedade de recursos digitais nas instituições de ensino público. Neste sentido, esta proposta tem como objetivo receber relatos de experiência, trabalhos concluídos ou em andamento das diversas áreas do conhecimento que abordem o uso pedagógico da música em sala de aula. Refletindo sobre suas potencialidades na construção do saber e efetivação de uma aprendizagem significativa, efetiva, partícipe, democrática e plural. No âmbito dos preceitos teóricos de Ferreira (2013), Tinhorão (1990), Bittencourt (2008) e Freire (2002) que versam, respectivamente, sobre essa mídia como ferramenta metodológica e a relevância de promover um ensino emancipatório. Em consonância com os documentos normativos educacionais: PCNS, DCNS, BNCC, os quais enfatizam a importância de diversas linguagens na Educação. Compreende-se a música como uma ponte de acesso e efetivação de uma educação crítica, emancipatória e diversa. Ela é fonte inesgotável de saberes e fazeres metodológicos e pedagógicos para elucidação da prática educativa, pautada na interação e motivação.

Palavras-chaves: Música. Sala de aula. Práticas educativas.

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

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Chamada aberta até o dia  31/05 de 2022

Temática/tema: Discurso, Memória e Representação: o debate étnico-racial nos espaços midiáticos

Organizadoras:

Adeilma Machado dos Santos (Mestre em Formação de Professores - UEPB)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/9558961211975998

Alécia Lucélia Gomes Pereira Medeiros (Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Linguagem e Ensino - UFCG)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/1568092275037252

Resumo:

Com esta coletânea busca-se compreender como a população negra é representada, através do imaginário presente em diversas mídias (impressas ou digitais), assim como na sua materialidade discursiva. Pensando nisso, visamos incluir pesquisas que discutam, reflitam, pensem em como as mídias condicionam determinados discursos racializados a partir da relação do sujeito com a linguagem, com a memória e com a história refletindo numa construção dos sentidos, os quais, muitas vezes, não favorecem à população negra um espaço positivo na sociedade. Neste segmento lógico, sabendo que a linguagem possui uma relação com um exterior, ou seja, com as suas condições de produção, e que estas, por sua vez, influenciam - enquanto uma memória do dizer - na textualidade, aceitamos pesquisas teóricas ou analíticas que contemplem a mídia enquanto espaço de condição de produção e representação de sentidos e de sujeitos negros, através de uma memória discursiva, atrelada às relações de identidade e de poder. Situando a nossa proposta a partir de uma perspectiva transdisciplinar, a presente coletânea prevê o acolhimento de trabalhos relacionados à História, Sociologia, Linguística, Literatura, Arte, Direito, Publicidade que, de algum modo, promovam reflexões acerca de Identidade, Cultura, Violência e Racismo, sendo categorias necessárias para pensarmos n(a) mídia enquanto lugar de produção de discursos e movimentação de identidades, tornando-se um campo fértil para as análises e discussões acerca da população negra na sociedade brasileira hoje. Essa proposta fundamenta-se a partir dos estudos da Análise de Discurso Francesa, de Michel Pecheux e Foucault, com a língu(agem); da discussão acerca das identidades, cultura e representação, com Stuart Hall; assim como busca estabelecer um diálogo com as novas produções teórico-acadêmicas de autores e autoras contemporâneos, a exemplo de Grada Kilomba, Djamila Ribeiro, Kabengele Munanga, Abdias do Nascimento entre outros. Deste modo, os trabalhos aceitos para esta coletânea devem dialogar com os autores acima citados, contudo, possuem total liberdade para apresentarem outras possibilidades que ampliem as discussões aqui propostas.

Palavras-chave: Discurso. Memória. Representação. Debate étnico-racial. Mídias.

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

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Chamada aberta até o dia  31/05 de 2022

Temática/tema: 100 anos de Paulo Freire: o legado da esperança na Educação

Organizadora:

Nathália Cristina Amorim Tamaio de Souza (UNICAMP) 

Lattes: http://lattes.cnpq.br/9265421109151956

Resumo:

É tempo de esperançar... 

Neste ano de 2021,  Paulo Freire  (1921 – 1997), um dos mais influentes educadores brasileiros completaria 100 anos. O centenário coincide com um dos períodos históricos mais turbulentos do país e do mundo, que tem fragilizado diferentes esferas da sociedade, inclusive a escolar; um momento de incertezas, inseguranças e profundas perdas. Apesar disso – e, justamente por isso –, é também o momento em que mais se faz necessário manter acesa a chama da esperança: não aquela esperança do verbo esperar, mas a do esperançar!  

Convidamos a todos e todas que desejam esperançar dias melhores na Educação para se juntarem a nós nesta edição comemorativa do legado de Paulo Freire. Serão acolhidos textos (artigos ou relatos de experiência) que tematizem a educação na perspectiva freiriana, circunscritos em um dos seguintes eixos: 

  • Vida e obra do autor; 

  • A atualidade das ideias de Paulo Freire em 2021; 

  • Contribuições do pensamento freiriano para a formação e o trabalho docente; 

  • Paulo Freire e a alfabetização 

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

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Chamada aberta até o dia  31/05 de 2022

Temática/tema: Leitura crítica e ensino de línguas: entre teorias e propostas

Organizador:

Prof. Dr. Geraldo Abreu  (Doutor e Mestre em Estudos Linguísticos  - UFMG, Licenciado em Letras / Espanhol - UFMG, Licenciado em Letras / Português e Inglês - IPEMIG)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/0843482351559159

Resumo:

Este e-book visa a reunir trabalhos que abordem e proponham formas práticas para o desenvolvimento da criticidade em atividades de leitura, seja em língua estrangeira ou materna. A partir da premissa de que devemos formar cidadãos conscientes de seu papel na sociedade (CASSANY, 2006; COSTA, 2011; ABREU-SILVA, 2018; 2021) que atuem ativamente para a mudança de cenários de injustiças ou inequidades, os trabalhos aqui propostos devem visar a auxiliar os professores na abordagem de temas que possam contribuir à conscientização dos aprendizes (FREIRE, 1988; 1994; 2013), tais como discussões sobre classe, gênero, sexualidade, poder, machismo, racismo etc. Serão aceitos artigos de revisão bibliográfica, relatos de pesquisas em desenvolvimento e/ou finalizadas, seja de alunos de graduação, pós-graduação e/ou de professores que atuem no ensino de leitura e escrita. Para orientar as propostas enviadas, espera-se que elas estejam abrangidas sob as premissas dos estudos críticos de leitura, tais como (SOARES, 2003; DUBOC, 2014), da Pedagogia Crítica (Freire, 1988) e dos estudos da análise de discurso crítica (Van Dijk, 1997; 1999; 2003), dentre outros, que aportem contribuições para o ensino e aprendizado. Espera-se este e-book contribua para a prática docente e amplie discussões acadêmicas sobre a formas práticas para a execução da criticidade nas escolas do Brasil.
Palavras-chave: Leitura; Criticidade; Letramentos.

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

Os trabalhos deverão ser enviados para o e-mail bordogrena@editorabordogrena.com contendo no campo "assunto" o tema para o qual o estudo será submetido.

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Chamada aberta até o dia 30/06 de 2022

Temática/tema: Educação em Ciências em tempos de fake news e pós-verdades: desafios contemporâneos e práticas de resistência

Organizadores:

Alberto Lopo Montalvão Neto (Universidade Estadual de Campinas)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/5073553553718539

João Paulo  Ganhor (Instituto Federal do Paraná)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/8481903042895924

Mateus José dos Santos (Universidade Federal de Viçosa)

Lattes:  http://lattes.cnpq.br/3159016812184117

resumo:

Na contemporaneidade são muitas as questões que incidem sobre a produção e a circulação do conhecimento científico. Vivemos em tempos de obscurantismo científico, com frequentes formas de negacionismo e propagação de notícias falsas. Nesse sentido, a Ciência (e seu ensino) assumem um papel fundamental no objetivo de (in)formar e desenvolver o pensamento crítico da população, principalmente em meio a um contexto de mentiras, popularizadas com o termo “fake news” e pós-verdades, e em um cenário em que vivenciamos os percalços da pandemia da Covid-19. Estudos como os de Montalvão Neto et al. (2020) e Moraes, Montalvão Neto e Morais (2021) refletem sobre as questões mencionadas, e apontam que muitos são os termos científicos e tecnológicos que circulam na sociedade por meio de diferentes meios de comunicação, em especial os midiáticos. No entanto, muitas vezes há um desconhecimento por parte da população em relação a essas terminologias e suas dimensões conceituais. Torna-se, então, um grande desafio, em meio ao período de Ensino Remoto Emergencial (ERE) (HODGES et al., 2020) que vivenciamos e ao recente retorno às atividades presenciais em algumas instituições de ensino, desenvolver alternativas para promover um ensino crítico e reflexivo, emancipador e que possibilite a tomada de posicionamentos conscientes por meio de uma formação cidadã (SASSERON; CARVALHO, 2011). Nesse cenário, diferentes estudos no âmbito da Educação em Ciências têm se debruçado sobre distintos aspectos, pensando em questões relativas à(s): a) Alfabetização Científica e Tecnológica; b) relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade; c) Linguagem na Educação em Ciências; d) Diversidades sexuais e de gênero; e) decolonialidade e anticolonialidade; f) Educação em Ciência e Direitos Humanos; g) Questões e Controvérsias Sociocientíficas; entre outros. Esses estudos, que se alicerçam em referenciais teóricos e/ou metodológicos diversos, e que olham para diferentes níveis de ensino (Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino Superior, Educação Não-Formal, entre outros), buscam, em meio aos desafios mencionados, apresentar diferentes perspectivas, possibilidades, desafios e formas de resistências, a partir de denúncias e anúncios que visam a transgressão dos efeitos ocasionados pela atual crise sanitária, política e social que vivenciamos. Nesse sentido, a presente chamada tem como intuito selecionar trabalhos inéditos, de caráter teórico, empírico e/ou analítico, que visem pensar a respeito da Educação em Ciências (ensino Biologia, Química, Física, Geociências etc.), em distintos contextos e níveis de ensino, e que versem sobre questões relacionadas ao combate ao obscurantismo, negacionismo científico e a circulação de notícias falsas. Destarte, serão aceitos estudos com diferentes enfoques e perspectivas teórico-metodológicas, que visem modos de (re)pensar aspectos sociocientíficos que se sobressaltam na contemporaneidade.

Palavras-chave: Educação em Ciências; Educação Matemática; Contemporaneidade.

Referências:

HODGES, C.; MOORE, S.; LOCKEE, B.; TRUST, T.; BOND, A. The difference between emergency remote teaching and online learning. Trad. Danilo Aguiar, Américo N. Amorim, Lídia Cerqueira. Revista da Escola, Professor, Educação e Tecnologia, v. 2, 2020.

MONTALVÃO NETO, A. L.; ROCHA, G. G. S.; SIMAS FILHO, J. P.; MACHADO, R. Ciência, fake news e pós-verdades: a produção de efeitos de verdade em tempos de pandemia. In: XV Congresso Internacional de Linguagem Online (CILTec-ONLINE), 14., 2020, Belo Horizonte. Anais... Texto Livre: Belo Horizonte, 2020. p. 1-8.

MORAES, F. N.; MONTALVÃO NETO, A. L.; MORAIS, W. R. O não-lugar da biotecnologia e a pandemia da COVID-19 no Brasil. Gláuks - Revista de Letras e Artes, v. 21, n. 01, p. 303-326, 2021.

SASSERON, L. H.; CARVALHO, A. M. P. Alfabetização científica: uma revisão bibliográfica. Investigações em Ensino de Ciências, v. 16, n. 1, p. 59-77, 2011.

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

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Chamada aberta até o dia 30/06 de 2022

 

Temática/tema: Práticas de docência: 10 anos do curso de licenciatura em dança da  Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia 

Organizadora:

Iara Cerqueira Linhares de Albuquerque  (Professora Adjunta do Departamento de Ciências Humanas e Letras da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Docente no Curso de Licenciatura em Dança e Teatro. Colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Letras: Cultura, Educação e Linguagens - PPGCEL. Doutora em Comunicação e Semiótica – PUCSP. Mestre em Dança – PPGDANCA – UFBA. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Núcleo de Estudos do Corpo - GPNEC (CNPq/UESB)).

Lattes: http://lattes.cnpq.br/7913529993809727

Resumo:

O curso de Licenciatura em Dança da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia cujo campi se localiza em Jequié – Bahia, é o primeiro curso de Licenciatura em dança do interior. Tem como uma das suas propostas de formação o entendimento da necessidade de produção de relações mais próximas, dinâmicas pautadas na motivação e valorização da escuta dos sujeitos discentes que ocupam esses espaços. Assim, investigamos analogamente a conjuntura que se inserem e cujo ensino assumam papel central, quando formados. Busca-se nesse livro articular e discutir temas que atravessam a prática docente apostando na educação como tessitura de resistência em tempos escassos, de modo a promover também reencontros e compromissos com relações horizontais e ecológicas(RUFINO, 2021) nesse ambiente. Em 2022 comemoramos 10 anos de atividade acompanhando grandes transformações sociais, inclusive de uma crise sanitária, além de desafios diante das diversidades em busca a uma partilha continuada de corpo no mundo (BASTOS, 2020). Nesse contexto serão aceitos trabalhos que dialoguem e/ou apresentem ações na área, a partir de experiências que confluam didaticamente com suas práticas pedagógicas e artísticas, assumindo uma luta por uma postura consciente diante de um projeto de formação comprometida com questões de mundo e da vida. Podem submeter artigos docentes e ex-docentes do Curso de Licenciatura em Dança da UESB.

Palavras-chave: educação, curso, dança, conjunto, prática pedagógica.

Referências:

BASTOS, Helena. Corpo sem vontade imerso em coisas vivas. Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/rascunhos/article/view/55694 . Acesso em 02.04.2022.

RUFINO, Luiz. Vence-demanda: educação e descolonização. 1Ed – Rio de Janeiro: Mórula, 2021.

Previsão para publicação: 90 dias após encerrar a chamada.

Os trabalhos deverão ser enviados para o e-mail bordogrena@editorabordogrena.com contendo no campo "assunto" o tema para o qual o estudo será submetido.

Consulte as normas de publicação.